Com a inclusão de Alerro no elenco, surgem novas táticas que Roger Ceni pode explorar. No esquema atual de 4-2-3-1, onde Pug e Ademi atuam abertos, a necessidade de variação é clara. Jogadores como Ribeiro, que já não têm a mesma disposição física, poderiam ser utilizados em uma formação 4-4-2, por exemplo, mais coesa e estratégica na hora de atacar, permitindo que Alerro jogasse como um segundo atacante, como outrora Edgar Júnior fez. A capacidade de Alerro de movimentar-se pelo campo e quebrar as defesas adversárias traz uma nova expectativa para a torcida e abre espaço para que o Bahia seja menos previsível, uma característica que frequentemente limitou o time nas últimas temporadas. Com essas variações tácticas, o Bahia pode até mesmo surpreender os adversários e resgatar aquela essência ousada que tanto encantou o torcedor.

Em 27/07/2026
Por: PatricIA
Tipo: Foguetinho do Vai Pra Cima Deles, Esquadrão!!:

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